O melhor livro que já li, "O Diário de Anne Frank", não é por ser uma historia de guerra, ou por ser famoso, mas sim por ser o livro mais verdadeiro de sentimentos, não buscar ser bom nem mal, somente ser o que é, original.
Vou descrever aqui coisas que aprendi com Anne Frank e não quero esquecer.
Algumas pessoas ou fatos nos determinam
a viver com mais tolerância ao que somos e ao que carregamos dentro de nós.
Quando uma pessoa está desesperada,
pode valer-lhe de alguma coisa pensar nas misérias dos outros? (Como vai me fazer
bem pensar nas desgraças dos outro???)
Para mim, as lembranças são mais
importantes do que os vestidos.
Aprendi uma coisa: só se conhece realmente
uma pessoa depois de uma discussão. Só nesta altura se pode avaliar o seu
verdadeiro caráter.
O papel tem mais paciência do que as
pessoas.
Para ser franca, não consigo imaginar
como alguém poderia dizer "Eu sou fraco" e continuar assim. Se você
sabe isto a seu respeito, por que não luta contra.
A gente não faz ideia de como mudou até
que a mudança já tenha acontecido.
Para se amar uma pessoa, a primeira
condição é poder admirá-la – admirá-la e respeitá-la. (posso admirar como trata
a família, como é um bom profissional, seu senso de humor, cada um valoriza uma
coisa.)
Apesar de tudo, eu ainda creio na
bondade humana. (Isso sempre acreditei e acho que sempre vou acreditar)
Nunca
mais recuarei diante da verdade, pois, quanto mais tardamos em dizê-la, mais
difícil se torna aos outros ouvi-la. (em treinamento).
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